GERAL
04/03/2026 às 12:13 por Redação


Brasília recebe celebração do legado missioneiro no marco dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis

Brasília recebe celebração do legado missioneiro no marco dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis
Foto: Nauro Junior/Ascom EBSB

A sede do Instituto Serzedello Corrêa, em Brasília, recebeu na terça-feira, 3, o evento que marcou a abertura oficial das comemorações pelos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis no Rio Grande do Sul. A iniciativa foi promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por proposição do ministro Augusto Nardes, e reuniu exposições de fotografias e pinturas, além de apresentações de música, dança e poesia que celebraram a cultura missioneira.

O evento contou com apoio do governo do Estado, por meio da Representação em Brasília, do Banrisul e das secretarias estaduais da Cultura e do Turismo. A programação integra uma agenda que prevê mais de cem atividades ao longo de 2026, com investimento estadual de quase R$ 60 milhões.

O secretário da Cultura, Eduardo Loureiro, destacou que a realização do lançamento na capital federal amplia a visibilidade nacional das festividades. Segundo ele, as Missões representam uma experiência civilizatória única, baseada em valores como solidariedade e justiça social. Loureiro afirmou que o objetivo é tornar esse legado histórico mais conhecido e transformá-lo em vetor de desenvolvimento econômico e social. Ex-prefeito de Santo Ângelo, ele também ressaltou o orgulho pessoal de defender a causa missioneira.

O secretário de Turismo, Ronaldo Santini, enfatizou que o marco fortalece o protagonismo da região e contribui para impulsionar o fluxo turístico. Ele citou a concessão aeroportuária à iniciativa privada e a promoção internacional do destino, incluindo destaque recente em feira de turismo na Europa. Santini anunciou ainda que a próxima edição da ExpoTchê, em Brasília, terá como tema os 400 anos das Missões.

A embaixadora das comemorações, Marianita Ortaça, ressaltou a importância de valorizar um legado de mais de quatro séculos, associado a tradições gaúchas como o mate e o cooperativismo. Ela também homenageou nomes históricos da música missioneira e defendeu que a celebração resgate valores como união e identidade cultural.

Redação do Grupo Sepé com informações de Fábio Paiva/Ascom EBSB


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