
O Brasil vem passando por uma onda de polarização. Desde 2018, o país se dividiu em direita e esquerda.
O impacto desse cenário nas relações interpessoais e nas redes sociais tem sido cada vez mais evidente.
Segundo o estudo Edelman Trust Barometer, 78% dos brasileiros acham que o país está dividido, e 80% afirmam que a falta de respeito entre as pessoas aumentou.
Divergências familiares e entre amigos têm se tornado mais visíveis. Pertencer a algum desses lados é quase um rótulo, tanto para fazer amizades quanto para consumir conteúdos. Em alguns casos, divergências de opinião podem gerar afastamentos.
Nas redes sociais, não é diferente. Ao observar comentários em vídeos ou publicações de políticos ou sobre temas políticos, é possível perceber brigas e ofensas entre usuários.
Com a aproximação das eleições, o embate entre direita e esquerda tende a se intensificar no cenário político brasileiro.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, é um dos defensores de que não deveria existir polarização. Leite afirma: “O Brasil precisa de um movimento anti polarização.” Em outro discurso, o governador disse que, enquanto o país vive nesse cabo de guerra, quem sofre é a população.
Leite chegou a tentar a pré-candidatura à presidência nas eleições de 2026, mas não conseguiu avançar no processo.
Esse cenário deve continuar em evidência no país.
Fonte: Ana Carolina Zago/Redação Grupo Sepé