
O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, manifestou pesar pela morte do cantor, compositor e último Tronco Missioneiro, Pedro Ortaça, nesta sexta-feira, 29. Em publicação, ele destacou a importância do artista para a preservação e divulgação da cultura missioneira, ressaltando que sua trajetória ajudou a levar a história, os valores e a identidade do povo gaúcho para todo o Estado.
Na manifestação, Gabriel afirmou que “o Rio Grande do Sul acorda sem uma de suas vozes mais autênticas” e lembrou que Pedro Ortaça dedicou a vida à defesa da herança cultural das Missões. Para o vice-governador, o legado deixado pelo artista ultrapassa a música e se inscreve na própria formação cultural do Rio Grande do Sul.
A morte de Ortaça ocorre em um ano simbólico para a região, marcado pelas celebrações dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guarani. Segundo Gabriel Souza, esse contexto amplia ainda mais o significado da trajetória do artista, que contribuiu de forma decisiva para manter viva uma das matrizes históricas e culturais mais importantes do Estado.
O vice-governador também citou o vínculo familiar de Pedro Ortaça com Marianita Ortaça, escolhida patrona dos Festejos Farroupilhas 2026. Filha do artista, Marianita dá continuidade ao legado missioneiro por meio da música, da cultura e da valorização das tradições gaúchas.
Ao final da manifestação, Gabriel prestou solidariedade aos familiares, amigos e admiradores de Pedro Ortaça. “O Rio Grande do Sul agradece por tudo o que Pedro Ortaça representou — e seguirá representando — para a cultura gaúcha”, afirmou.
Pedro Ortaça era considerado o último dos Troncos Missioneiros, denominação que também reuniu nomes fundamentais da música regional, como Noel Guarany, Cenair Maicá e Jayme Caetano Braun. Sua obra permanece como referência na construção da identidade missioneira e na valorização da cultura gaúcha.
Fonte: Redação do Grupo Sepé