POLÍTICA
11/07/2026 às 09:44 por Redação


Caiado diz que candidatura de Flávio Bolsonaro está “afundando”

Caiado diz que candidatura de Flávio Bolsonaro está “afundando”
Foto : Aloisio Mauricio / Fotoarena / Estadão Conteúdo / CP

Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, comentou na última sexta-feira, 10, sobre o enfraquecimento político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

"O barco está afundando e os aliados já começaram a pular fora!", escreveu Caiado no X, ao compartilhar uma reportagem sobre a decisão da federação entre PP e União Brasil de recuar do apoio à candidatura de Flávio.

A federação entre PP e União Brasil deve adotar neutralidade na disputa presidencial, liberando diretórios estaduais para negociar alianças conforme interesses regionais. A orientação ganhou força após desgastes entre Flávio e dirigentes.

Aliados se afastam de Flávio Bolsonaro
Entre os motivos para o afastamento, destaca-se a insatisfação de Ciro Nogueira (PP) com a ausência de apoio público do senador durante investigação sobre Banco Master. Houve também desconforto do União Brasil após a prisão do aliado Márcio Canella no Rio.

Caiado endureceu as críticas ao adversário nos últimos dias. Ainda na manhã desta sexta-feira, afirmou que Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são "farinha do mesmo saco".

"Quando o assunto é tarifaço, Lula não faz nada porque quer se beneficiar com a briga e Flávio Bolsonaro só pensa na própria eleição. Os interesses do Brasil não podem ficar em segundo plano!", afirmou Caiado em outra publicação do X.

Na quinta-feira, 9, Caiado disse que a disputa entre os nomes de Flávio e Lula configura uma "candidatura dos rejeitados", em referência aos altos índices de rejeição de ambos.

Ele questionou se a eleição de 2026 se resume a um "jogo de revanche" entre bolsonaristas e petistas. Na quarta-feira, 8, após o evento "Agenda dos Presidenciáveis", Caiado já havia dito que um voto em Flávio equivale a um voto pela reeleição de Lula.

O pré-candidato também classificou de "inaceitável" o pedido do senador ao governo dos Estados Unidos para adiar para depois das eleições brasileiras a cobrança de tarifas de 25% sobre produtos do País.

 

Fonte: Correio do Povo


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