
Um voo da Latam, que fazia o deslocamento entre São Paulo e Porto Alegre, precisou fazer um pouso de urgência no aeroporto Salgado Filho nesta quinta-feira (22). Às 7h56, quando sobrevoava Curitiba, o piloto precisou desligar um dos motores e declarou Pan pan para a torre de controle.
O termo é um sinal internacional de urgência. Havia 117 pessoas a bordo.
No aeroporto Salgado Filho, bombeiros foram acionados para auxiliar a tripulação caso houvesse necessidade. Às 8h23, o Airbus A320 pousou sem precisar de auxílio em solo e o piloto conseguiu conduzir a aeronave até o ponto final.
A pista chegou a ficar fechada durante os procedimentos de atendimento do voo da Latam. A aeronave faria nesta manhã o deslocamento de volta para São Paulo, mas a viagem foi cancelada.
O avião segue posicionado no mesmo local. Nesta manhã, profissionais da companhia trabalham na identificação do problema.
A movimentação foi registrada pelo canal Camera Aeroporto Porto Alegre BrAmigos.
A reportagem procurou a Latam que informou que, “em razão de uma questão técnica”, pediu prioridade de pouso. Os passageiros que usariam a aeronave no voo seguinte serão reacomodados ao longo do dia.
A LATAM Airlines Brasil informa que solicitou prioridade de pouso no Aeroporto Internacional Salgado Filho para o voo LA3146 (São Paulo/Congonhas-Porto Alegre) nesta quinta-feira (22/10), em razão de uma questão técnica. O procedimento foi realizado com total segurança, seguindo os protocolos previstos para esse tipo de situação. Os passageiros desembarcaram normalmente, sem intercorrências.
Após o pouso, a aeronave precisou ser submetida a manutenção e o voo de volta, LA3153 (Porto Alegre-São Paulo/Congonhas) foi cancelado. Os passageiros serão reacomodados ao longo do dia para a capital paulista. A companhia ofereceu aos clientes as assistências previstas na Resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A empresa reitera que a segurança é sua maior prioridade e que todas as suas operações são conduzidas em conformidade com os mais elevados padrões e com as normas das autoridades nacionais e internacionais.
Fonte: GZH