GERAL
08/03/2020 às 10:25


Professora precisa da ajuda da comunidade para fazer cirurgia

Professora precisa da ajuda da comunidade para fazer cirurgia
Foto: Divulgação.

Há cerca de dois anos  a professora Letícia Lirio descobriu um câncer no intestino delgado. Em entrevista para Fabiane Oliveira, no programa Rádio Cidade da Rádio Sepé, a professora contou o seu drama e explicou que precisa fazer uma cirurgia particular, e para isso conta com o apoio da comunidade. 

Segundo Letícia,  depois do diagnóstico de câncer no intestino delgado, ela passou por cirurgia, quimioterapia e voltou inclusive a dar aulas. “Mas, eu comecei a sentir uma dor do lado da barriga e então fui novamente investigar, através de um exame em Porto Alegre, foi então que descobri o câncer no peritôneo” conta. 

Devido a esse câncer é necessário fazer uma nova cirurgia em Porto Alegre e só tem particular. Segundo Letícia, o tratamento é feito na Santa Casa, e deve ser feita uma nova cirurgia “tem que tirar todos os órgãos e aplicar uma quimioterapia dentro da barriga com equipamentos especiais” relata. 

Essa nova cirurgia tem o custo de R$ 35 mil e para realizar ela precisa do auxílio da comunidade. “Nós pedimos que cada um doe o que puder. Tem um link no Facebook com o número da conta. Tem uma Vakinha online, Vakinha ”, diz.

APOIO DA COMUNIDADE

Letícia conta que recebe muito apoio da comunidade. “Meus ex-alunos são fantásticos, assim como toda a população”, diz. Letícia Lirio leciona desde 2014. Começou no Colégio Onofre Pires e agora estava no Pedro II. Letícia tem 36 anos e dois filhos, 11 e 6 anos.

CÂNCER NO PERITÔNIO

O câncer de peritônio é um câncer raro, que afeta o peritônio, uma membrana que reveste a parte interna da cavidade abdominal e recobre órgãos como o estômago e os intestinos, reto, bexiga e útero. Toda essa camada é rica em vasos do sistema linfático, que funcionam como sistema de defesa do organismo. Os casos em que um tumor de estômago, intestino ou ovário, por exemplo, cresce, se espalha e se implanta no peritônio são mais frequentes do que os diagnósticos de câncer primário no peritônio.

Redigido por Redação Grupo Sepé. 


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